Cobertura de imprensa oficial realizada por estudantes e jornalistas sob coordenação da OBORÉ
Por Diego Damacena


lustração realizada pela OBORÉ (Reprodução: Redes sociais @_obore)


Entre os dias 30 de julho e 1 de agosto a UNIP Paraíso sediou o 21° Congresso da ABRAJI (Associação brasileira de jornalismo investigativo), que contou com a OBORÉ, empresa de comunicação e projetos especiais, para realizar a cobertura do evento.

Em 1994, o jornalista Sérgio Gomes, diretor e fundador da OBORÉ Projetos Especiais, criou o Projeto Repórter do Futuro, que tem como objetivo complementação da formação universitária de estudantes de jornalismo e recém-formados, oferecendo capacitação prático-reflexiva e oportunidades de autodesenvolvimento na área de reportagem. Em 2026, os participantes da iniciativa tiveram a oportunidade de fazer parte da imprensa oficial do evento.

Em Entrevista, Letícia Reis, estudante de jornalismo da UNESP e membro da Redação Laboratório do Projeto Repórter do Futuro, conta que “na formação como jornalista é muito importante a gente ter contato com experiência real de um prazo no mesmo dia, querendo ou não a faculdade deixa um tempo maior pra gente. Passar por esse processo de entrevista, escrita, revisão e entrega no mesmo dia foi algo que agregou muito”. Além disso, a jornalista em formação também fala sobre a chance de ter contato com grandes nomes do jornalismo, como escritores e pesquisadores, e como isso é uma das melhores partes de fazer parte do congresso.


Os redatores da OBORÉ, além de escreverem para o próprio veículo, também publicaram algumas matérias no próprio site da ABRAJI. A graduanda destaca o quão essencial é esse trabalho jornalístico. “Muitas pessoas acabam não participando por conta do custo, acredito que você poder ler um texto ou consumir um vídeo de um minuto e meio nas redes sociais que vai trazer pra você um resumo dos principais pontos, coisas que você poderia aprender, experiências que você poderia ter no congresso, ter isso digitalmente na palma da sua mão querendo ou não é uma mão na roda”.

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